18 de maio de 2011

Queremos dormir e acordar dez anos depois curados daquela idéia fixa que se instalou no peito, aquela obsessão por alguém que já partiu de nossas vidas. No entanto, tudo o que nos invadiu com intensidade, tudo o que foi realmente verdadeiro e vivenciado profundamente não passa. Fica. 
Acomoda-se dentro da gente e de vez em quando cutuca, se mexe, nos faz lembrar da sua existência. 

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